sábado, 12 de dezembro de 2009
Sucesso Inesperado.
Fui fazer a social numa festinha, e reencontrei pessoas amigas e conhecidas, e descobri que elas leem o meu blog!!! (!!!!!!!) Tipo, quando a gente começa a escrever um blog, primeiramente a gente quer botar pra fora todos os nosso demônios, tudo que nós aflinge. Ai as pessoas leem. Mas tai o perigo da questão:
O blog expõe a gente demais.
Mas fico tão feliz, das minhas ideias serem comentadas, do que eu posto no blog (e agora no fotolog http://fotolog.com/allistrue) virando discussão por ai, que eu nem tenho medo de expor aqui, mais.
O blog tá fazendo sucesso (Tá, não é um te dou um dado, nem o blog do Aguinaldão, mas já é um começo) e cada dia mais e mais, vocês saberam mais ainda do que eu penso, e quem sabe de mim.
Obrigado, e continuem comentando.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Baby, I love you...

Depois de muitos conflitos ideológicos e e de preferências, quarta-feira, finalmente, eu pude assistir o filme "É Proibido Fumar" de Anna Muylaert. Nem preciso dizer que não é a toa que o filme venceu oito prêmios no Festival de Brasília (Incluindo Melhor Filme, Melhor Ator (Paulo Miklos), Melhor Atriz (Glória Pires) e Direção (Muylaert)). O filme é bonito esteticamente falando. Glória Pires enche a tela, está linda e muito convicente na pele de Baby, uma frustada professora de violão. Já nessa pequena descrição tem uma enorme sacada.
A Baby, como já disse, é uma professora de violão que vive solitária. Sua irmã Pop (Marisa Orth, engraçadissima em participação especial) é uma alta e importante executiva que seu deu bem nos negócios. Já sua outra irmã,Teca (Dani Nefussi) , casou-se e teve uma filha e virou dona de casa. Baby, de tão frustada que é, ficou no meio do caminho. Não é uma mulher-dona-de-casa, nem muito menos uma grande profissional. Ai tem um grande mérito, pra mostrar que nem tudo é 8 ou 80.
O filme a príncipio, parece ser uma comédia romântica, mas depois de um grande acontecimento, se transforma num misto de drama, suspense e comêdia mesmo. Tudo isso em meio a grande dilema de Baby: Parar de fumar ou não para agradar o novo namorado. Abandonar um companheiro antigo, que nuna lhe faltou, por um novo que não se sabe quanto tempo vai durar. Mas não vou ficar aqui falando do filme inteiro, se não perde a graça, mas sim de duas cenas especificas que me chamaram a atenção.
A primeira acontece quando Baby vai assistir ao Max (Paulo Miklos) tocando na churrascaria. Ele é contratado pra tocar samba, mas abre uma excessão pra se declarar pra Baby. Ai ele começa a tocar "Baby" do Caetano. Achei demais, eles acharam uma música, que fala a coisa mais simples e toca direto na alma da personagem. "Baby, baby, I Love You". Sem falar que depois, o personagem do Pereio, que é dono da churrascaria, num momento de delicadeza total pede amigavelmente pra ele tocar outra música. Max interrompe "Baby" e começa então a tocar Martinho da Vila. Nem sempre o amor pode ser entendido, ou pode ser em poucos segundos.
Outra cena é quando a Baby(depois do grande acontecimento que eu não vou contar aqui) vai na casa de Teca e começa a chorar. Ela então fala de uma festa de aniversário que uma tia delas fez pra Baby, que o tema era coelho. Baby fala que deu vontade de comer o bolo que a tia fez, que era um bolo muito gostoso de amendoin, mas que nunca mais iria comer, porque a tia morreu e não deixou a receita. Que por mais que ela coma milhões de bolos de amendoin, nenhum deles vai ser igual ao da tia. Baby, fala de saudades. De coisas que não voltam mais. Mas a irmã não entende. A cena acaba com Baby chorando, e a irmã dizendo a ela que se o problema é um bolo, ela faz um bolo pra Baby. Como se isso fosse realmente resolver o problema.
Enfim, é um belíssimo filme que eu recomendo.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
2010.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Revolta Exposta.
É a sensação que estou tendo. Tomara que eu esteja errado, mas por favor, não me engane. Não me engabele. Se isso for verdade mesmo me explique, por favor. Não suma com uns e outros, sem dar a mínima explicação.
Pronto, minha revolta agora foi exposta.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
XV de Novembro
Meu primeiro conto, espero que gostem.
Era um feriado num dia domingo. Lembrara que sempre odiava quando o feriado caia em um dia domingo. Mas hoje tanto importava: não era mais aluno-obrigação, fazia cursinho. Ia pro curso quando queria ir, independente de feriado ou não.
A televisão estava um porre, nada de interessante. Apenas alguns comentários do tipo: “puta merda, o Brito Jr. Nunca vai aprender a fazer mistério?”. Enfim o tédio dominava a televisão, então ligara para sua amiga, que por algum motivo explicado depois, não o atendia e o tédio continuava a pairar sobre a sua cabecinha.
Então começava a pensar em conspirações absurdas sobre a sua nova paixão: será que Hoffman e Amanda estavam juntos no seqüestro do Dr. Gordon? O que dizia o bilhete que Pamela entregou a Jill antes de ser seqüestrada? Será que Perez tinha falado a verdade pra Hoffman antes de morrer? Não saberia responder. Faltava-lhe assistir o número III e o IV da franquia, assim fica quase impossível descobrir todos os mistérios. Então decidiu que o melhor que tem a fazer é esperar a estréia do VII.
Lembrou também do almoço que havia feito. Uma torta de frango, muito bonita e muito gostosa. Uma espécie de sonho se realizava. Desde que aquela novela do macaco havia estreado, morria de vontade de fazer uma torta igual a que a Elizabeth Savalla fazia para satisfazer a grande fome de Fúlvio Stefanini, consequentemente aumentando ainda mais a sua já grande pança. Tinha se dedicado a fazer essa torta. Fez uma grande pesquisa na internet, procurando todas as dicas e macetes para fazer massa-podre, e se deparou com grandes variações da mesma: massa-podre-com-azeite, massa-podre-com-tomate-seco, mas preferiu ficar com a massa-podre-com-queijo-parmessão.
Então passou o seu feriado, que caia num domingo, que agora pouco o importava, porque tanto faz pra ele agora o feriado cair num domingo ou não, a se dedicar a fazer à torta. Fez o recheio, e partiu pra massa. Não conseguia abrir a massa com o rolo e por isso sentiu por um rápido momento que sua torta não ia funcionar. Então muito contrariado, fez a torta a base do remendo e a colocou no forno. A torta foi um grande sucesso e a operação que parecia fadada ao fracasso se mostrava bem mais interessante. Riu de si mesmo. Viu que o acontecimento mais maravilhoso do seu dia foi ter feito uma torta que deu certo. Que coisa mais dona de casa, mas anti-feminismo ao avesso. Chamou a si mesmo de idiota. Pensou e novamente o tédio o batia de novo.
Tentou novamente ligar para a sua amiga, mas nada de dar sinal. Então em quanto o sono não via resolveu procurar alguma coisa pra fazer, antes que sua cabeça voltasse a ser dominadas por pensamentos tão idiotas (pelo menos ele mesmo achava) quanto àquele que ele já tinha tido. Viu em cima as sua cama o exemplar de um livro do Caio Fernando Abreu que havia impresso a tarde e resolveu começar a ler.
O primeiro conto se chamava, tinha alguma coisa parecida, não lembrara direito mais sabia que tinha as palavras: Linda (é maiúscula mesmo, Linda era uma personagem, não um adjetivo) e horrível (essa minúscula mesmo). Lia, desde que conheceu a obra de Caio Fernando Abreu por causa de um personagem do Guilherme Weber numa minissérie da Maria Adelaide Amaral, não parou mais de ler e o elegeu como seu autor favorito. Estava encantado com os personagens, tão humanos. Dona Alzira, tão velha e tão amargurada quanto Linda, sua velha cachorra. E seu filho sem nome seguia o mesmo caminho.
Foi quando, sem menos esperar, de repente, não mais que de repente lê o nome de seus dois amores nas páginas do livro. Os mesmos dois amores que tinha dedicado um post no seu blog. Ficou sem entender, achou graça, achou confuso, tentou ligar pra sua amiga que não atendia de novo, e por isso achou que era um sinal. Parecia que a monotonia daquele dia havia acabado lá por volta da meia-noite se sentiu motivado e feliz. Leu mais três contos: um que falava de uma moça-puta chamada Beatriz que morria de leucemia, numa conversa um tanto (homo)erótica sobre o mar e da falta que uma tal de Ana fazia a um cara, todos muito interessantes, mas não mais que o nome de seus amores que apareceram no livro. Faltam mais nove contos a serem lidos, mas o sono bateu. Depois leria o resto. Agora iria dormir, bem feliz, naquele feriado que caiu num domingo, que não mais importava para ele, pois havia lido no livro o nome de seus dois amores.
sábado, 14 de novembro de 2009
Aline
Mas com o passar do dia sua alegria foi indo embora. Ele não era a moça do seriado. E muito menos tinha seus dois amores por perto, ele não tinha nenhum.
Os dois amores tão próximos dele, mas ao mesmo tempo tão longe.
Teve que aprender a conviver com a melancolia. Almoçou e foi em direção à estação de metro. O resto do seu dia seria bastante feliz, pensativo, aterrorisante, excitante.
Mas ele não tinha nenhum dos seus amores.
sábado, 7 de novembro de 2009
Queria ser a Fernanda Young.

Vocês já tiveram a curiosidade de um dia, na vida, se pudesse, ser outra pessoa, quem vocês gostariam de ser? Eu, sem sombras de dúvidas, escolheria ser a apresentadora/escritora/roteirista/atriz/atual capa da Playboy, Fernanda Young.
Fernanda definitivamente não é uma mulher linda, mas com muita certeza é uma das pessoas mais inteligentes que eu já tive o prazer de ler na vida. Fernanda é aquele tipo de mulher transgressora: ao mesmo tempo que é casada e mãe de três filhas, também é uma mulher que não tem papas na língua e fala de sexo tão bem, mas tão bem, que faria inveja até os mais diplomados sexológos.
Adoro seus roteiros, seus filmes são as minhas comédias nacionais preferidas. Fernanda que escreveu, juntamente com seu marido Alexandre Machado, os roteiros dos filmes : "Muito Gelo e Dois Dedos D'água" e "Os Normais 1 e 2", sem falar das séries televisivas como o próprio "Os Normais" e "Os Aspones", que eu adoro também.
Seu programa de entrevista, o "Irritando Fernanda Young" é demais. Nunca vou me esquecer de várias entrevistas super-bacanas que eu já vi. Todo mundo sonha em ser entrevistado pelo Jô, o meu é ser entrevistado pela Young.
E quem vê pode até esquecer que ela começou como atriz, na novela "O Dono do Mundo" fazendo nada mais, nada menos que Jurema, a empregada doméstica do Fagundes e da Glória Pires.
E a última dela é que é demais: aos 40 anos, ela se torna a primeira mulher com 9 romances publicados a sair na Playboy, simplesmente por causa de vaidade. Sendo fotografada pelo ótimo, e sempre maravilhoso fotográfo, Bob Wolfenson. Pra mostrar aos vários homens que esnobaram ela no passado por ela ser "feia", que hoje eles poderiam ter pego uma capa da Playboy, quer melhor motivo do mundo pra posar nua?? Não existe. Sem falar que desde que ela disse que sairia nua, criou uma enorme polêmica. A maioria dos homens com toda certeza preferiria ver uma rabuda tipo Viviane Araújo ou Priscila do BBB na capa da Playboy, do que ela. E dale ofensas a Fernanda, e ela o que faz?? Raspa a cabeça pra divugar a revista.
Tem noção de como ela é maluca?? Com ela é demais?? De como ela é anti-convencional?? Por isso que AMO Fernanda Young de paixão, minha grande musa.
E vocês se pudessem ser alguma pessoa na vida, quem vocês seriam?
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
O porque de blogar?
Mas no meio do post veio uma pergunta: Mas porque diabos eu vou falar disso no blog? Será que as pessoas que entram aqui pra ler o que eu escrevo vão querer saber o porque da minha paixão por comédia romântica? Ou de qualquer outra coisa que eu ponha aqui?
Fiquei pensando qual seria o verdadeiro objetivo do meu blog. Pensei domingo, segunda e quarta e descobri que meu blog é meu cano de escape. Tudo que eu quero falar eu ponho aqui, pouco importando quem é que lê e o que vão pensar das coisas que eu escrevo. Isso me fez dá as respostas pras questões que eu tinha me feito.
Isso daqui é meu diário, não quero levantar discussões, não quero polemizar, não quero chocar, quero apenas mostrar pra mim mesmo o que eu sou, e tentar me enxergar e fazer que meus leitores também me conheçam e possam se identificar com minha pessoa.
Fazer esse blog virou meu vício, uma coisa que eu não sei ficar sem. E quero sempre e sempre dividir o que penso com vocês. Origado por eu existir,
obrigado ao blog por existir, obrigado a vocês por existirem.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Quanto tempo dura o Amor??
Mas da mesma forma que pode surgir, pode acabar. E ai?? Quanto tempo dura o amor??
Ah e não venha com aquele papinho: se acabou, é porque não era amor. Eu não acredito nisso. Acredito que o amor muta. A gente pode transformar o amor numa linda amizade, ou transformar o amor em ódio mortal. Sim, que a gente só odeia uma coisa, se a gente já verdadeiramente amou, isso eu falo por experiência própria.
Mas voltando ao assunto principal: Quanto tempo dura o amor?? Isso é muito variável, depende do tipo de amor. Ou como já disse, ele se transforma.
Não sei, não tenho uma resposta para esse assunto.. Mas continuo pensando muito nisso, se eu obter uma resposta, eu venho correndo postar aqui.
domingo, 4 de outubro de 2009
Quero Passar no Vestibular!!!
Minha maior meta este ano (mas só vou saber ano que vem, porque um filho da puta roubou a prova do ENEM) é passar no vestibular. Estou me dedicando muito, estudando o que eu consigo suportar, para ver se eu consigo passar... Mas seu eu não passar?? Poxa vida isso me deixa tão angústiado, porque o que estou apostando nesse vestibular não é brincadeira.
Entrar na faculdade ia ser uma realização fantástica. Eu ia estudar uma coisa que eu gosto muito, juntamente com pessoas que também gostam muito de estudar o que eu gosto, conhecendo gente interessante, entrando no CAC que seria um grande paraíso pra mim... Mas se eu não passar?? Se eu não conseguir??
O que eu vou fazer no póximo ano? cursinho de novo não dá, não vou aguentar rever tudo aquilo de novo, todas as fórmulas que eu já sei de cor, todas as mesmas estruturas que eu já decorei, a maioria dos fatos da história, mas isso não quer dizer nada porque passar no vestibular é metade talento, metade sorte.
Quero muito passar véi, é uma coisa que eu nessecito não só como aprendizagem acadêmica, mas sim como pessoa. Quero crescer, virar gente grande... E quem sabe lá encontrar o que tanto procuro, o que eu tanto quero.. é estou falando de encontrar uma pessoa especial.
Bom esse post foi meio feito as pressas, porque graças a Deus, mesmo não sendo muito comentado, eu sei que tem tanta gente que tão gostando muito do blog, e naum quero deixar vcs na mão, queridos. Obrigado.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Já passou da hora de protagonizar
É assim que me sinto, melhor amigo, sempre foi, sou e não quero que sempre será;
Já estou farto de dar os concelhos sensatos, tá sempre ali pra escutar os choros e nunca ser eu que chora. Agora estou egoísta, quero ser egoísta, quero sentir a vida, viver a vida... Viver, ser o dono da minha história, poder fazer. Deixar as coisas criarem a sua própria vida.
Sério hoje tive certeza disso, não sei se vale a pena botar a amizade acima de tudo, se o que mexe com a nossa vida é mesmo os amores avassaladores, as loucuras...
Estou pensando muito nisso, seriamente nisso.
:(
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Tudo que é sólido pode derreter.

Sabe quando a gente, de repente, do nada, perde uma coisa que a gente tem certeza que vai ser nossa para sempre?? Que nada nem ninguém iriam conseguir tirar isso da gente??
Ou quando a gente acha que uma coisa que a gente quer muito está prestes a acontecer, e você já está sentindo aquele gostinho da vitória, aquele gostinho de que finalmente isso vai dar certo pra mim, ai de repente acontece alguma coisa que muda os planos e aquilo que estava praticamente garantido, já não está mais..
Pode ser também a perda de uma pessoa muito querida, que até ontem estava do nosso lado, dando força, nós ajudando, mas agora não está mais...
Tudo isso remete aquela frase de que a gente só leva da vida, o que a gente guarda no coração.Não ter medo de errar, arriscar nas atitudes, saber que as pessoas valem muito, mas muito mais do que suas atitudes equivocadas e que nós não temos tempo a perder com essas coisas sem sentido..
Porque, como já diz a frase que titula o post, e que não saiu mais de minha cabeça: Tudo que é sólido pode derreter...
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Momento de (In)Compreensão
Bom, esse post é muito pessoal mesmo. Tipo um desabafo, sabe?? É sobre a minha invrivél capacidade de me apaixonar, ou me encantar mesmo por alguma pessoa que eu não tenho a mínima chance. Sério!! Aliás, eu tenho uma íncirvel capacidade de que todas as pessoas que eu me apaixono nunca queiram anda comigo.
Falando sério: o "probrema" é comigo mesmo?? Sem brincadeira, eu estou quase chegando nessa conclusão.
Se eu fosse divagar todos os meus amores frustados, antes mesmo de começarem, eu ia levar horas e horas, ou post e posts, que seja, para poder mostrar a vocês a dimensão do problema.
Uma vez conversando com Marcelly, sobre isso ela me contou que duas vezes confideciaram para ela que eu de alguma forma mexia com elas, mas por que porras não quiseram?? Não sei.
Falando assim vocês devem pensar que eu sou um cara feio, não sou. Ou gordo, já fui, hoje não sou mais. Chato?? Talvez, mas tem mais gente que gosta de mim do que que não gosta. Sou simpático, adoro programinhas culturais, jantar com os meus amigos..Um poço de simpatia.
Essa mesma amiga Marcelly me disse que o problema seria justamente este: o fato de eu ser tão expansivo, eu acabaria assustando quem se interessasse por mim, bom, se for isso, pelo amor de Deus, podem chegar junto,tô facin. facin...
O que eu queria da minha vida?? Simples. Eu não queria um amor pra vida inteira, mas que queria saber o siginificado dessa palavra: amor.
Será que é pedir demais?? acho que não.
domingo, 6 de setembro de 2009
Onde Andará Belchior??? Ah, já acharam ele.


Bom gente, hoje o post não fala sobre mim, mas sim de um acontecimento que eu achei muito, mas muito engraçado nessas semanas.
Belchior, que tava mais sumido que minha coragem, reapareceu na mídia, exatamente, porque desapareceu. Engraçado não é?? Como a mente das pessoas é efêmera, só porque aparece no Fantástico, todo mundo quis saber por onde Diabos andou o Belchior. Onde Andará Belchior?? Foi a pergunta que a maioria das pessoas fizeram. Até que a Sônia Bridi o encontra lá nos Quinto dos Infernos, lá no Uruguai.
Quando eu escutei essa história, imediatamente veio na minha cabeça um filme que eu assisiti (por isso a foto da Maitê Proença), e que fala justamente disso: um escritor mal sucedido (Eriberto Leão), pra poder se sustentar, aceita uma proposta de trabalho de um jornal e sua primeira matéria é entrevistar uma jovem cantora de rock, Márcia (Carolina Dieckman) e descobre que ela é filha de uma famosa cantora e atriz, que teve um rápido mais marcate sucesso.
Ele escreve uma crônica para o jornal falando sobre essa cantora. E todos passam a perguntar: "Onde Andará Dulce Veiga?". (Ah e a Dulce Veiga é a Maitê)
O filme é muito bom. Ainda no elenco tem a Christiane Torloni, Nuno Leal Maia, Oscar Magrine, Carmo Dalla Vecchia... Só que tem uma linguagem um pouco televisiva, e muita gente que gosta de cinema simplesmente odeia a linguagem televisiva.
Pra dar uma palhinha sensacionalista a Dieckman paga peitinho, e o Carmo e o Eriberto se beijam... kkkk'
Mas quem não gostar do filme ainda existe o livro, que eu descobri depois de assistir o filme. O livro, de mesmo nome, é uma delícia também. É da autoria do maravilhoso Caio Fernando Abreu... E existe também umas traminhas paralelas, bastante legal.
Bom, tentem ver o filme ou ler o livro, e ah, e eu não dúvido nada que o Belchior vá ficar muito tempo na cabeça da galera, já já ele some de novo, e não é "evaporando" não...
sábado, 5 de setembro de 2009
Medo da Noite, Medo de si Mesmo, Ser "de Maior" ou Síndrome de Tônia Cavinatto

A coisa que eu menos queria que acontecesse, aconteceu. Fiz meu blog e não tive muito tempo pra postar, preocupado com o ENEM. Mas agora que eu não tenho mais paciência para estudar, estou voltando a me ocupar com o blog.
Mas voltando aos assuntos, tenho uma leve impressão de que aconteceu tanta coisa na minha vida, mas ao mesmo tempo que não aconteceu nada. Engraçado, né?
Nossa, eu vivi umas experiências muito loucas. Venci um grande bloqueio este ano, aprendi a não ter medo da noite. Confesso que a idéia de passar a noite fora de casa, me dava muito, mas muito medo. Não ter a companhia de meu papai ou de mamãe kkkk'
Rídiculo, não??
Mas sério, percebi que tudo isso veio acompanhado da minha maior idade. É engraçado, mas o rito de passagem de adolescente para homem, pra mim foi muito bem delineado. Venci medos, arrumei outros. Entrei em contanto com tudo que eu sempre quis, mas não estou totalmente "dentro do meu time".
Ano de estréias. Neste ano foi o meu primeiro carnaval, me apaixonei pelo Recife Antigo. Foi também meu primeiro show, Ana foi inesquecivél. Deixei alguns pudores bestas meus de lado, e não tive medo de me entregar, só por uma noite mesmo, por que não??Isso me lebra aquele famoso verso de Vinicius:
"Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure"
Apesar de sempre ter feito teatro, nunca tinha ido em um. Nesse ano eu fui, experimentei o gosto de estar em frente ao palco, vendo pessoas se transformarem em outras na minha frente e em questões de segundos, voltarem a ser o que eram.
Falando em teatro (mas necessariamente na pláteia do teatro), ai que entra a Síndrome de Tônia Cavinatto. Tônia é a personagem de Marjorie Estiano em "CDI", uma menina linda, inteligente, sensata, sensível mas muito, muito insegura mesmo. Nossa pra Tônia poder chegar junto do Tarso foi uma complicação, e eu estou me sentido meio assim.
Estou indo aos mesmo lugares, frequentando tudo, mas quem disse que a coragem chega pra chegar perto?? Hilário demais o que acontece...
Nossa eu que adoro focar nas coisas, fiz essa "gororoba" de post, é a saudades de postar e a grande quantidade de assuntos que tenho. Bom, isso foi pra dar um aperitivo, não pretendo me afastar do bloguinho mais não. Nos próximos post vou tentar focar mais.
kkk'
Bjo.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
O Mp4 que revela a alma!
Sou uma pessoa movida por música. Acho que se minha vida tivesse uma trilha sonora, tipo de novela, eu acho que eu já teria lançado uns quarenta volumes diferente.
Notei isso quando resolvi fazer uma "viagem" pelo o meu Mp4. Especificando mais, eu escutei as 196 músicas que acumulo nele desde que o comprei em agosto do ano passado e me diverti bastante.
Escutando algumas músicas (sim, algumas, pois tinham umas que eu nem sei por que estavam lá) veio uma nostalgia de cada momento e o que cada música trazia pra mim, é como se fosse uma cronologia musical desses últimos meses.
Percebi que além de ser bem eclético (tem no meu playlist desde Paramore a Ivan Lins) eu tenho músicas especifcas pra curtir "o" momento.
"Midnigth Bottle" da Coubie Coullet, "Dance, Dance" do Fall Out Boy e "Maior Abandonado" do Léo Jaime são músicas que eu escuto quando eu estou me sentindo a pessoa mais feliz do mundo, ando feito um bobo escutando essas músicas, que aparecem salteados no Mp4.
Damien Rice e Maysa são músicas pra quando eu estou na fossa (que novidade, principalmente se tratando de Maysa) e engraçado é que essas músicas vem em sequência: duas do Damien e cinco da Maysa, percebi que a melancolia e as crises existênciais é algo frequente em minha pessoa.
"I'm Yours" do Jason Mraz é aquela música que me faz chorar, pois é a música que me lembra da minha última paixão (muito turbulenta por sinal) e dependendo do meu astral, pulo e nem quero escutar. Mostra que eu ainda não superei por completo esse "Fim" de capitulo da minha história.
Poderia ficar divagando horas e horas sobre as músicas que tem no meu Mp4 e o que elas representam, mas não farei isso (ia ser muuuito cansativo). Mas o que eu deixo sobre esse post é isso: a capacidade de nós imprimirmos nossos sentimentos em atividades corriqueiras da nossa vida (como escutar músicas, por exemplo). E deixo essa pra vocês: já perceberam muito de vocês em alguma coisa sua, um objeto muito pessoal? sei lá.. Comentem!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Porque do Nome?
Bom, meu primeiro post é pra explicar o nome do blog: "Dentro do Mesmo Time". Além de ser uma música que eu adoro do Nando Reis, também é uma metáfora sobre nós mesmo e o que podemos representar.
Não somos um só apenas, somos vários. Assim com um time de futebol que tem o goleiro, o volante, o atacante e por ai vai até formar os 11 jogadores em campo. Sem os 11 em campo, fica dificil jogar e ganhar a partida.
Nós também somos assim, somos várias pessoas diferentes:um pra mãe, outro pro pai, outro pros irmãos, outro pro(a) namorado(a) e por ai vai.
Como adoro a arte da nomenclatura, achei que esse título tem tudo a ver com a minha proposta aqui.
Aqui no "Dentro do Mesmo Time", vou continuar com a mesma dinâmica do meu outro blog. Me dividindo em onze (ou mais) para poder demonstrar aqui todos os meus sentimentos, não só a respeito da minha vida pessoa, como também de algum fato que me chame bastante atenção.
Convido vocês a embarcarem junto comigo nessa minha nova jornada, espero que me acompanhem, gostem e comente!