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Sabe quando a gente, de repente, do nada, perde uma coisa que a gente tem certeza que vai ser nossa para sempre?? Que nada nem ninguém iriam conseguir tirar isso da gente??Ou quando a gente acha que uma coisa que a gente quer muito está prestes a acontecer, e você já está sentindo aquele gostinho da vitória, aquele gostinho de que finalmente isso vai dar certo pra mim, ai de repente acontece alguma coisa que muda os planos e aquilo que estava praticamente garantido, já não está mais..Pode ser também a perda de uma pessoa muito querida, que até ontem estava do nosso lado, dando força, nós ajudando, mas agora não está mais... Tudo isso remete aquela frase de que a gente só leva da vida, o que a gente guarda no coração.Não ter medo de errar, arriscar nas atitudes, saber que as pessoas valem muito, mas muito mais do que suas atitudes equivocadas e que nós não temos tempo a perder com essas coisas sem sentido..Porque, como já diz a frase que titula o post, e que não saiu mais de minha cabeça: Tudo que é sólido pode derreter...
Era pra ser um post falando sobre a amizade masculina, mas melhor não. Achei esse tema mais interessante.
Bom, esse post é muito pessoal mesmo. Tipo um desabafo, sabe?? É sobre a minha invrivél capacidade de me apaixonar, ou me encantar mesmo por alguma pessoa que eu não tenho a mínima chance. Sério!! Aliás, eu tenho uma íncirvel capacidade de que todas as pessoas que eu me apaixono nunca queiram anda comigo.
Falando sério: o "probrema" é comigo mesmo?? Sem brincadeira, eu estou quase chegando nessa conclusão.
Se eu fosse divagar todos os meus amores frustados, antes mesmo de começarem, eu ia levar horas e horas, ou post e posts, que seja, para poder mostrar a vocês a dimensão do problema.
Uma vez conversando com Marcelly, sobre isso ela me contou que duas vezes confideciaram para ela que eu de alguma forma mexia com elas, mas por que porras não quiseram?? Não sei.
Falando assim vocês devem pensar que eu sou um cara feio, não sou. Ou gordo, já fui, hoje não sou mais. Chato?? Talvez, mas tem mais gente que gosta de mim do que que não gosta. Sou simpático, adoro programinhas culturais, jantar com os meus amigos..Um poço de simpatia.
Essa mesma amiga Marcelly me disse que o problema seria justamente este: o fato de eu ser tão expansivo, eu acabaria assustando quem se interessasse por mim, bom, se for isso, pelo amor de Deus, podem chegar junto,tô facin. facin...
O que eu queria da minha vida?? Simples. Eu não queria um amor pra vida inteira, mas que queria saber o siginificado dessa palavra: amor.
Será que é pedir demais?? acho que não.

Bom gente, hoje o post não fala sobre mim, mas sim de um acontecimento que eu achei muito, mas muito engraçado nessas semanas.
Belchior, que tava mais sumido que minha coragem, reapareceu na mídia, exatamente, porque desapareceu. Engraçado não é?? Como a mente das pessoas é efêmera, só porque aparece no Fantástico, todo mundo quis saber por onde Diabos andou o Belchior. Onde Andará Belchior?? Foi a pergunta que a maioria das pessoas fizeram. Até que a Sônia Bridi o encontra lá nos Quinto dos Infernos, lá no Uruguai.
Quando eu escutei essa história, imediatamente veio na minha cabeça um filme que eu assisiti (por isso a foto da Maitê Proença), e que fala justamente disso: um escritor mal sucedido (Eriberto Leão), pra poder se sustentar, aceita uma proposta de trabalho de um jornal e sua primeira matéria é entrevistar uma jovem cantora de rock, Márcia (Carolina Dieckman) e descobre que ela é filha de uma famosa cantora e atriz, que teve um rápido mais marcate sucesso.
Ele escreve uma crônica para o jornal falando sobre essa cantora. E todos passam a perguntar: "Onde Andará Dulce Veiga?". (Ah e a Dulce Veiga é a Maitê)
O filme é muito bom. Ainda no elenco tem a Christiane Torloni, Nuno Leal Maia, Oscar Magrine, Carmo Dalla Vecchia... Só que tem uma linguagem um pouco televisiva, e muita gente que gosta de cinema simplesmente odeia a linguagem televisiva.
Pra dar uma palhinha sensacionalista a Dieckman paga peitinho, e o Carmo e o Eriberto se beijam... kkkk'
Mas quem não gostar do filme ainda existe o livro, que eu descobri depois de assistir o filme. O livro, de mesmo nome, é uma delícia também. É da autoria do maravilhoso Caio Fernando Abreu... E existe também umas traminhas paralelas, bastante legal.
Bom, tentem ver o filme ou ler o livro, e ah, e eu não dúvido nada que o Belchior vá ficar muito tempo na cabeça da galera, já já ele some de novo, e não é "evaporando" não...
A coisa que eu menos queria que acontecesse, aconteceu. Fiz meu blog e não tive muito tempo pra postar, preocupado com o ENEM. Mas agora que eu não tenho mais paciência para estudar, estou voltando a me ocupar com o blog.
Mas voltando aos assuntos, tenho uma leve impressão de que aconteceu tanta coisa na minha vida, mas ao mesmo tempo que não aconteceu nada. Engraçado, né?
Nossa, eu vivi umas experiências muito loucas. Venci um grande bloqueio este ano, aprendi a não ter medo da noite. Confesso que a idéia de passar a noite fora de casa, me dava muito, mas muito medo. Não ter a companhia de meu papai ou de mamãe kkkk'
Rídiculo, não??
Mas sério, percebi que tudo isso veio acompanhado da minha maior idade. É engraçado, mas o rito de passagem de adolescente para homem, pra mim foi muito bem delineado. Venci medos, arrumei outros. Entrei em contanto com tudo que eu sempre quis, mas não estou totalmente "dentro do meu time".
Ano de estréias. Neste ano foi o meu primeiro carnaval, me apaixonei pelo Recife Antigo. Foi também meu primeiro show, Ana foi inesquecivél. Deixei alguns pudores bestas meus de lado, e não tive medo de me entregar, só por uma noite mesmo, por que não??Isso me lebra aquele famoso verso de Vinicius:
"Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure"
Apesar de sempre ter feito teatro, nunca tinha ido em um. Nesse ano eu fui, experimentei o gosto de estar em frente ao palco, vendo pessoas se transformarem em outras na minha frente e em questões de segundos, voltarem a ser o que eram.
Falando em teatro (mas necessariamente na pláteia do teatro), ai que entra a Síndrome de Tônia Cavinatto. Tônia é a personagem de Marjorie Estiano em "CDI", uma menina linda, inteligente, sensata, sensível mas muito, muito insegura mesmo. Nossa pra Tônia poder chegar junto do Tarso foi uma complicação, e eu estou me sentido meio assim.
Estou indo aos mesmo lugares, frequentando tudo, mas quem disse que a coragem chega pra chegar perto?? Hilário demais o que acontece...
Nossa eu que adoro focar nas coisas, fiz essa "gororoba" de post, é a saudades de postar e a grande quantidade de assuntos que tenho. Bom, isso foi pra dar um aperitivo, não pretendo me afastar do bloguinho mais não. Nos próximos post vou tentar focar mais.
kkk'
Bjo.